quarta-feira, 10 de outubro de 2012

casos de estupro crescem em SOROCABA, e todos feito baratas tontas nada fazem.




Engrossando a estatística da SSP (Secretaria de Segurança Pública), a Polícia Civil de Sorocaba contabilizou mais um possível caso de estupro envolvendo vulneráveis. 

Dados da SSP mostram que os casos de estupro registrados no município aumentaram em cerca de 42,05% até agosto de 2011, 107 foram registrados; no mesmo período deste ano, eles chegaram a 152.

Investigado/ Na manhã desta terça-feira (9), Elton Luiz Soares, 18 anos, foi levado ao Centro de Detenção Provisória. Na noite anterior ele foi indiciado em flagrante pelo crime de tráfico de entorpecentes e será investigado por cárcere privado e estupro de vulneráveis.

Na noite de sexta-feira, uma adolescente de 16 anos - que, segundo a família, possui problemas psicológicos - fugiu de casa para ir a um baile funk, no Jardim Ipiranga e desapareceu.“A menor foi ao encontro de uma amiga, que a acompanharia no baile, mas encontrou Elton no caminho e se envolveu com ele”, explica o sargento da Polícia Militar Carlos Silva, que atendeu a ocorrência com o soldado Fabiano.

A menina permaneceu na casa do garoto até a tarde de ontem, quando teve acesso a um celular e informou aos familiares onde estaria.

Flagrante/ Os militares envolvidos na ocorrência contaram ao BOM DIA que no momento em que a viatura chegou na rua, um grito de socorro foi ouvido dentro da casa. “A casa era alugada e o dono estava nas proximidades. Ele autorizou a nossa entrada”, esclarece o sargento Carlos Silva. Com isso, a porta da casa foi arrombada e a adolescente foi encontrada chorando embaixo da mesa da cozinha.

A vítima contou aos policiais que a casa era utilizada para embalar drogas. Em um dos armários da cozinha foi encontrado um pote contendo uma grande porção de maconha e 27 embalagens da mesma droga, prontas para serem vendidas.

Elton assumiu aos militares que embalava e vendia drogas. A adolescente explicou que manteve relações sexuais com o jovem durante as duas noites nas quais se manteve em sua casa.

Na delegacia/ A ocorrência foi encaminhada à Delegacia de Defesa da Mulher. O pai da adolescente reencontrou a filha e se mostrou chocado com a situação. Segundo ele, após a separação de sua mulher, a adolescente ficou morando com ele. Ela recebia medicação controlada mas, desde então, não tem recebido o remédio.

O acusado confessou que teve relações sexuais com a jovem, mas negou ter praticado o ato sem seu consentimento. Inicialmente, a menor contou que seu celular foi tomado e que ele teria ameaçado sua vida, caso deixasse a casa. Por esta razão, a DDM registrou um boletim de ocorrência de estupro e averiguação de cárcere privado.
Lei define limite das escolhas de deficientes
Desde 2009, a lei 12.050 – que substituiu a lei 244 – trata de forma rigorosa os crimes sexuais. Com isso, houve o agravamento de penas e medidas processuais, principalmente para os crimes cometidos contra menores de idade. Nesta esfera, estão os adolescentes considerados vulneráveis (até 14 anos e os que possuem algum tipo de deficiência psicológica).

De acordo com a delegada Marta Ayres Cardum, que atendeu o caso envolvendo Elton Luiz Soares e a adolescente de 16 anos, a jovem não aparenta ter deficiência psicológica.“A vítima explicou que permaneceu na casa por sua própria vontade, durante estes dois dias”, destaca a delegada, que completa: “A relação sexual teria ocorrido na madrugada dos dias anteriores, por isso não caracterizou o flagrante.”

Por esta razão, um exame de constatação de conjunção carnal foi pedido, assim como um laudo para provar que a vítima possui, de fato, alguma deficiência. 

A legislação brasileira determina que uma pessoa com problemas psicológicos, principalmente nesta idade, não tem condições de responder por si mesma. Portanto, praticar sexo com alguém que se enquadre nestes quesitos é considerado estupro de vulneráveis. A delegada Marta explica que o inquérito está sendo concluído. Se a Justiça entender que a vítima é deficiente, Elton responderá pelo estupro. ( pra ir em baile funk, não tem problema psicológico né ? agora vai ser a nova mania dos di menor ? 
ah eu atirei no cara pq tenho problema psicológico, estou traficando por ter problema psicológico e assim vai por diante, e a ( JUSTIÇA) como sempre , abaixa as calças pra di menor , a da licença vai, ninguém é vulnerável nesta história, a garota foge de casa, ai vai pra casa do cara , da pra ele e depois avisa a família ?
o cara vi preso e dai ? amanhã ele pode sair e ainda voltar pra se vingar da garota e da família dela, eles terão é de se mudar pra outra cidade, ou ficar e correr este risco.) 

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