sábado, 1 de junho de 2013

UPH ZONA OESTE EM SOROCABA O CAOS NA SAÚDE, MAS O QUE INTERESSA É O FUTEBOL NÉ ?

Casos de urgências foram atendidos prontamente, informou a Prefeitura - Por: Aldo V. Silva
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Mais uma vez, as pessoas que necessitaram de atendimento médico na Unidade Pré-Hospitalar (UPH), da zona oeste, situada na avenida General Carneiro, precisaram também ter muita paciência, e alguns, revoltados com a demora, reclamaram da falta de médicos na unidade. Ontem à tarde, pelo menos 10 pacientes, entre dezenas de pessoas que esperavam na fila dentro do estabelecimento, disseram à reportagem do Cruzeiro do Sul que aguardavam há mais de quatro horas pelo atendimento e não conseguiam passar por uma consulta médica.
A Prefeitura de Sorocaba informou, por meio da Secretaria Municipal de Comunicação (Secom), que ontem dois clínicos, dos sete médicos escalados para realizar o plantão médico durante o feriado prolongado de Corpus Christi, faltaram ao trabalho, e por isso ocorreram demoras no atendimento durante o dia; porém, após a troca de plantão, às 19h, o atendimento à população deveria voltar à normalidade. Segundo a Secom, apesar dos desfalques no quadro, os casos de urgências foram atendidos prontamente.

Reclamações

A desempregada Maria do Carmo Dias Dantas, 31 anos, esperava por um diagnóstico médico com relação à filha de 12 anos que há dois dias reclamava de dores na cabeça, nos olhos e apresentava febre alta e enjôo. “Eu suspeito que seja dengue, mas minha filha não consegue passar pelo médico. Estou muito preocupada”, disse Maria do Carmo. Ela comentou que uma atendente havia informado que o médico de plantão tinha ido embora e que seria necessário esperar pelo substituto.
Outra paciente revoltada com a demora no atendimento foi a doméstica Alexandra Alves Santa Rosa, 35 anos. Ela passou às 10h por um médico que a encaminhou ao setor de raio-x da unidade, para fazer exames do tórax e dos pulmões; porém, segundo ela, quando retornou para o consultório, o médico que até então estava de plantão, já havia encerrado o expediente e até perto das 15h não conseguia uma análise médica sobre os exames solicitados. “É uma falta de consideração. De respeito com a gente. Ninguém explica o que está acontecendo. Ficam tratando a gente com indiferença. Cadê os médicos?”, revoltou-se Alexandra.
Já o vendedor Gustavo Torres Loureiro, 34 anos, disse que esteve na unidade pré-hospitalar anteontem à noite e foi atendido devido um quadro de deficiência respiratória. Foi medicado e retornou para casa. Porém, segundo ele, o problema respiratório ficou mais complicado e foi novamente até a unidade para nova consulta. “Tenho diabetes e problema de pressão e fiquei preocupado de ser algo grave. Mas estou aqui esperando atendimento e não consigo”, lamentava Loureiro.( no dia em que precisei usar este lugar, pois estava com suspeita de dengue, o quadro era exatamente este ai, a noite é que a coisa piorou.
 até presenciei 4 GMS  já posicionados numa porta prontos para tentarem conter um tumulto, que não houve, quem quiser ver o dia em que estive lá basta ver o link com fotos e vídeo.)

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