crise na saúde do RJ, caos total, mas réveillon em COPACABANA teve né ?
Funcionários barram a entrada de pacientes na UPA da Tijuca Crédito: Frederico Goulart / CBN Por Nathalia Toledo Eles também reaproveitam materiais que deveriam ser descartáveis para conseguir realizar atendimentos na rede pública. Alguns chegam a desembolsar mais de R$ 3 mil. Para especialistas, a crise no setor não é financeira, mas de gestão. 'Falta tudo. Falta material humano, falta material de alta complexidade e faltam insumos básicos', relata uma médica. Como trabalhar num cenário desses? Médicos que enfrentam diariamente a crise financeira que assola a saúde pública do Rio de Janeiro respondem: são profissionais da ciência que se veem obrigados a lançar mão de um lado artístico - a arte do improviso. 'Acaba que a gente faz uma medicina de guerra, que era antigamente o pessoal se virando. E isso deixa um profissional desgostoso de trabalhar. Você está ali, sabe o que fazer, você sabe como dar um suporte melhor para ...