quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

quadrilha desviava remédios em SOROCABA, para vender na internet para gente sem cérebro.



Atualizada às 11h05
A Polícia Civil flagrou, na manhã desta quinta-feira, a atuação de uma quadrilha que desviava medicamentos de alto custo de dentro do Conjunto Hospitalar de Sorocaba (CHS). Os suspeitos saiam do Hospital Regional levando cerca de cem caixas de um medicamento destinado para ajudar no crescimento de crianças com problemas de crescimento em virtude de deficiência hormonal, mas que também pode ser usado como anabolizante. Três pessoas foram presas, sendo uma mulher e dois homens. Elas são acusadas dos crimes: associação criminosa, uso de documentos falsos e estelionato.
A operação é comandada pela Corregedoria Geral do Estado. Ela estima que o grupo, com o desvio dos medicamentos, causou, no mínimo, R$ 1,6 milhão de prejuízo aos cofres públicos. Ainda não se sabe quando a quadrilha começou a atuar. A Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo informa que apesar da farmácia ficar dentro do complexo do CHS, o local não é administrado pelo Conjunto Hospitalar de Sorocaba. O espaço, porém, também pertence e é administrado pelo Estado de São Paulo.
O medicamento desviado é Hormotrop, do princípio ativo somatropina. O remédio com 12 unidades é vendido de R$ 180 a R$ 200 pela internet. Os acusados estão na delegacia Seccional de Sorocaba, onde serão ouvidos. Lá, além da polícia, também estão representantes da Corregedoria do Estado de São Paulo.
Segundo a polícia, os envolvidos não moram em Sorocaba. Eles residem na zona leste de São Paulo. De acordo com a investigação, o grupo vinha para Sorocaba para buscar a medicação utilizando documentos falsos. Com os remédios em mãos, eles revendiam o produto em academias da Capital.
Para conseguir flagrar a ação, a polícia pegou o telefone da mulher que vinha buscar o medicamento e ligou dizendo que o estoque estava em falta e que chegaria na quinta-feira. Quando foi buscar o medicamento, os policiais prenderam a mulher e um homem que a acompanhava, além de um rapaz que dirigia o carro. A polícia acredita que o cabeça do crime esteja em São Paulo.
A investigação
O procedimento investigatório foi instaurado pela CGA no dia 14 de janeiro, após servidores da CCTIES (Coordenadoria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos de Saúde), subordinada à Secretaria de Estado da Saúde, comunicar suposta conduta de fraude criminal e falsidade documental, visando obtenção fraudulenta de medicamento.
Os levantamentos preliminares apontaram algumas divergências nas documentações apresentadas para a obtenção do remédio, fato que chamou a atenção dos farmacêuticos da rede integrada de farmácias do Governo do Estado de São Paulo, unidade de Sorocaba.
Entre as divergências relevantes estão resultados de exames idênticos para diferentes pacientes; questionamento oficial em ocorrência policial da médica prescritora, indicando não reconhecer as assinaturas nos documentos apresentados à DRS-Sorocaba; prescrições médicas de estabelecimentos de saúde diversos, mas com as mesmas características de redação e indicação farmacológica; mesma forma de preenchimento de formulários internos da administração; suspeitas de falsificação de papéis timbrados de laboratórios de análises; resultados idênticos em relatórios médicos feitos por profissionais diferentes; laudos de exames com as mesmas características e autenticados pelo mesmo número de registro na Anvisa, entre outros. A médica prescritora, por exemplo, trabalha em São Paulo e não prescreveu a Somatropina-12UI para pacientes de Sorocaba.
A apuração ainda indica que os supostos criminosos não precisam do medicamento, mas utilizam documentos falsos para comprovar a necessidade e pedir que os cofres públicos paguem o tratamento. A CGA trabalha com dois casos concretos em Sorocaba, mas há outros 233 suspeitos em nove cidades do Estado de São Paulo. Cada tratamento mensal custa R$ 6 mil. O montante dos 233 casos custaria ao Estado cerca de R$ 1,5 milhão ao mês
Os investigados
Segundo a polícia, a mulher está colaborando com as investigações. Ela disse no depoimento que só buscou o medicamento e não participou de nenhuma fraude. Policiais fazem busca em sua residência.
Um dos detidos tem passagem pela polícia e já cumpriu 12 anos de prisão por roubo. Ele foi solto em dezembro de 2015.
( a tal modelo RAQUEL SANTOS morreu pq ? tomar remédios vendidos na internet que no caso dela era pra cavalo.
no caso ai tb,é remédio pra ajudar no crescimento de crianças com deficiência hormonal, mas para os escravos do corpo perfeito seria pra ter músculos mais depressa. 
e pior que este tipo de crime só tende a aumentar pois a ditadura do corpo perfeito não para e vai ter mais vitimas, podem aguardar.)

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